O poder de compra do funcionário assalariado

Não concordo não termos nenhum ganho real, uma vez que se uma empresa deseja vender ativos é porque os construímos e estamos passando um momento ruim perante a economia global, não de ativos, assim temos que lutar por nosso ganho real, pois a inflação até o fim do ano pode bater os 14,5% aa, se quer dar apenas a inflação que compense a estagnação dos trabalhadores de outra forma.

O abono com certeza tem que estar presente no salário do cidadão brasileiro, uma vez que a associação não fez proposta com qualquer ganho real que seja, estagnação não, vamos pensar para frente, exigir a reposição da inflação, pois não moramos na América do Norte com Juros próximos a zero, aqui a realidade é cruel, espero da associação todo esforço para garantir nossas conquistas.

A análise é um direito e instrumento de pressão para manter as condições acordadas em ACTs passados e conquistarmos um reajuste justo para toda a classe de trabalhadores, mas na atual conjuntura em que profissionais da nossa confiança delapidaram nossas empresas juntamente com alguns maus políticos, que as deixaram nas condições atuais, com desequilíbrio financeiro para garantir pagamentos e dívidas de investimento, bem com custos com produtos não remunerados pelo congelamento dos preços dos mercados. Entendo que deveríamos receber correção da inflação, no período, mantidas todas as condições do ACT de 2014, inclusive sem qualquer tipo de alteração, e que os professores negociem e consigam para o futuro próximo, acordo em que os percentuais de reajuste salarial fiquem garantidos, de maneira retroativa a data base de Set/2015 pelas escolas, com ganhos reais para os próximos ACTs afim de que não fossem modificadas as condições já conquistadas e terminem a análise para não prejudicar PLR.

Como sempre somos nós trabalhadores que pagamos as contas , eles fazem o que fazem e sobra para a classe trabalhadora. Trabalhador ? Isso é coisa do passado, os interesse são outros, portanto colegas sua cabeça é seu mestre não vão na onda de trabalhador. Vamos sim fazer análise, estamos prontos., contra essa política que aí esta, na história conta que havia um Ali babá, agora a história mostra que são vários Ali babás.

É muito triste a não existência de uma negociação, depois de anos sem termos a necessidade de ver essas cenas, que isto tenha voltado a acontecer, é triste perceber que os RECORDES de produção não sejam levados em conta na hora de um impasse e que não haja bom senso, é triste aos 35 anos, ver que isto volte a acontecer.

Prezado, concordo que seja muito triste mesmo! É triste ver uma empresa sendo gerida da forma que está, com planejamento (que planejamento?) com foco exclusivo em controle de processos e não nas pessoas; a eficiência indo para o ralo. Estamos cada vez mais engessados, contratações de recursos e terceirização em limites insustentáveis, fruto de um “planejamento” feito por alguns iluminados, que se tornam obscuros atrás dos “processos” que não fazem gestão por si só.  Aquele negócio, os trabalhadores estão pagando o “pato”. Sinceramente, trocaria o meu reajuste salarial deste ano se visse algum gestor sendo cobrado por sua responsabilidade em desmandos. Será que um dia veremos isso acontecer? Enquanto isso, temos sim que ter uma “Pauta para o País”. Ou vocês acham que cada empresa não representa um dos maiores pilares econômicos dessa nação ainda em busca de sua soberania? Os interesses dos usurpadores econômicos ficarão mais claros a partir de agora.

O que a empresa terá de ganho com a continuidade e agravamento da análise dos trabalhadores assalariados nesse 2016?

A análise está acontecendo e a normalidade citada pela comunicação institucional pelo visto não é sustentável com a continuidade e ampliação do movimento grevista que se instalou e veio para ficar até que as coisas mudem.

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